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Mamoplastia Redutora

A cirurgia para redução das mamas possui várias indicações, dependendo da repercussão que traz para a paciente. O aumento das mamas pode surgir durante a puberdade, após a gestação, por alterações hormonais ou devido a algumas patologias.

A cirurgia está indicada quando a paciente se sente incomodada pelo excesso do volume e peso mamários, o que pode levar a dores nas costas; dores e deformidades nos ombros, causados pelo sutiã devido à sustentação do peso das mamas; alterações cutâneas que ocorrem na parte inferior das mamas e ao seu redor; dificuldade para realizar as tarefas do dia-a-dia ou no trabalho; limitações funcionais; bem como fatores psicológicos que podem surgir devido a essa condição.

Várias são as técnicas cirúrgicas para a realização da mamoplastia redutora. Fatores como tamanho das mamas, sua largura, excesso de gordura, sua consistência, posição das aréolas, excesso de pele, o grau de ptose (queda), a preferência e experiência do cirurgião são consideradas e podem influenciar na técnica utilizada. Assim como as técnicas, são várias as possíveis incisões a serem utilizadas nessa cirurgia, o que nos levará a vários tipos de cicatrizes. Todos os fatores anteriormente citados influenciam no tipo da técnica, bem como na cicatriz cirúrgica.

Por ficar em uma área pouco exposta ao sol e sobre compressão constante do sutiã, a tendência é que no final da maturação cicatricial, ela se torne bastante discreta. Isso não inclui, é claro, os casos de má cicatrização, como quelóides, cicatrizes hipertróficas ou alargadas.

Também neste caso, não podemos esquecer a vontade da paciente e a harmonia final do volume total da mama com o restante do corpo. Só após toda essa avaliação é que podemos elaborar, junto com a paciente, o plano cirúrgico a ser realizado.

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